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Menor viajando desacompanhado: regras, cuidados e dicas para uma viagem segura!
Confira nossas dicas sobre menor viajando sozinho. Saiba que é permitido, qual é a documentação necessária e como comprar as passagens!
Quando o assunto é menor viajando desacompanhado, a primeira reação da maioria dos pais mistura ansiedade com uma série de dúvidas práticas: que documentos são necessários? A companhia realmente cuida da criança? O que acontece se o voo atrasar?
Em maio de 2026, as regras de aviação e as exigências legais estão mais digitais, mas a burocracia ainda pode ser uma pedra no sapato se você não se atentar aos detalhes que ninguém te conta no balcão do check-in.
Este guia existe para acabar com a confusão e te dar segurança real, com informações que fazem diferença na hora do embarque. Boa leitura!
O que é necessário para um menor viajar desacompanhado?
A resposta depende de três variáveis: a idade da criança, o destino (nacional ou internacional) e o meio de transporte. Muita gente acredita que existe um padrão único para todas as viagens, mas a legislação brasileira é cheia de nuances.
Na prática, o que o ECA determina é um limite claro: o menor viajando desacompanhado que ainda não completou 16 anos está proibido de cruzar as fronteiras da sua comarca sem os pais ou um aval do juiz, a menos que ele se enquadre em exceções específicas:
Atenção para Viagens Internacionais: Para viagens à Argentina, Chile ou outros países, as regras mudam. Menores viajando com apenas um dos pais precisam de autorização do outro genitor com firma reconhecida por autenticidade ou via Escritura Pública.
A autorização precisa especificar claramente o destino, o período e, quando couber, o nome do acompanhante no destino. Se estiver genérica demais, pode ser recusada no embarque.
O que é preciso para menor viajar sozinho de avião?
O embarque de um filho sozinho começa meses antes do aeroporto, no momento em que você decide qual cartório tem o selo digital mais rápido ou se a conexão em Guarulhos é curta demais para uma criança de 9 anos se perder.
De avião, o processo tem uma camada extra: além das exigências legais do ECA, cada companhia aérea tem suas próprias políticas de serviço de menor desacompanhado. E há diferenças relevantes entre elas.
Em geral, o indispensável é:
- Cartão de embarque;
- Autorizações originais;
- Formulário de menor desacompanhado preenchido pela companhia.
Veja o que precisa para menor viajando desacompanhado por via aérea:
Passaporte
Exigido para viagens internacionais a destinos fora do Mercosul. Para menores de 18 anos, o processo de emissão é o mesmo que para adultos, com a diferença de que ambos os pais precisam autorizar a emissão, assinando o formulário na presença do funcionário da PF.
Veja quanto custa a taxa de emissão em 2026:
- Passaporte comum: R$ 257,25
- Passaporte em caráter de urgência: R$ 334,42
- Em caso de perda do passaporte anterior: R$ 514,50
Qual a validade do passaporte infantil?
É menor do que a do adulto e depende da idade do titular. Crianças muito pequenas chegam a ter validade de 1 ou 2 anos, e a partir dos 5 anos a validade passa para 5 anos. Ou seja, a família pode ter que renovar o documento várias vezes antes da maioridade.
Autorização de viagem no passaporte infantil
No momento em que os pais solicitam a emissão do passaporte, é possível incluir uma autorização de viagem diretamente no documento, desde que os dois responsáveis estejam de acordo.
Essa autorização pode constar na página de identificação do passaporte e é uma praticidade enorme para quem viaja com frequência ao exterior. Há dois tipos, e ambos valem pelo prazo do próprio passaporte:
- Autorização para viajar acompanhado de apenas um dos pais
- Autorização para viajar acompanhado de um dos pais ou desacompanhado
Autorização Eletrônica de Viagem (AEV)
Para quem prefere o caminho digital, a Autorização Eletrônica de Viagem (AEV) pode ser emitida pelo sistema e-Notariado. O processo começa online, seguido de agendamento presencial em cartório para autenticação da assinatura digital via videoconferência notarial.
O embarque é liberado apenas com o QR Code na tela do smartphone, e a única exigência técnica é que os pais possuam um certificado digital ativo. Não há taxas extras ocultas: você pagará o mesmo valor de um reconhecimento de firma praticado pelos cartórios.
Autorização reconhecida em cartório
A autorização particular com firma reconhecida por semelhança ou autenticidade pode ser emitida por qualquer cartório de notas e precisa indicar o destino, o período da viagem e, no caso de viagens internacionais, o nome de quem receberá a criança no destino.
Mas atenção: a autorização para viajar dentro do estado ou região metropolitana não é a mesma que autoriza viagem para outra unidade da federação. Se a autorização não cobrir o destino específico, o menor não embarca.
Serviço de menor viajando desacompanhado das companhias aéreas
Cada empresa tem suas próprias regras de idade mínima e cobrança para o serviço de acompanhamento. Na prática, funciona assim:
- No check-in, um funcionário recebe a criança e a leva até o portão de embarque.
- No portão, outro funcionário fica responsável até o embarque prioritário.
- Durante o voo, os comissários ficam responsáveis.
- No desembarque, a criança espera todos os outros passageiros saírem, e só então um funcionário a acompanha até encontrar o responsável.
A criança normalmente é identificada com um crachá (uma pastinha pendurada no pescoço) com seus documentos e informações de contato. Nas companhias que oferecem o serviço, ela senta geralmente nas primeiras fileiras para facilitar a supervisão dos comissários.
Além disso, embora a criança embarque primeiro (prioridade), ela costuma ser a última a sair do avião no destino. Isso pode ser um ponto de frustração para pais ansiosos, que acham que o filho sairá na porta assim que o avião pousar.
O que acontece se o acompanhante do meu filho não chegar a tempo?
Se o responsável por receber a criança no destino não aparecer, a companhia aérea não entrega a criança para ninguém. A criança fica sob custódia da empresa até o problema ser resolvido.
E não se assuste se o funcionário levar seu filho para uma sala reservada: em hubs grandes, como o de Paris ou GRU, essas áreas costumam ter entretenimento (videogames, televisão, áreas com brinquedos etc.) para aliviar a tensão da espera.
Como cada companhia aérea brasileira lida com crianças desacompanhadas?
Cada empresa tem seus próprios processos e exigências para o serviço de menor viajando desacompanhado, veja só:
GOL Linhas Aéreas
- Não aceita crianças abaixo de 8 anos desacompanhadas
- Serviço obrigatório para 8 a 15 anos e 11 meses
- Voos nacionais: não disponível em voos com conexão
- Voos internacionais: disponível para 8 a 17 anos e 11 meses
- Taxas variam conforme o trecho
LATAM Airlines
- Serviço disponível para 8 a 17 anos
- Voos nacionais: R$ 149 por trecho
- Voos internacionais: entre US$ 50 e US$ 150
- Solicitação deve ser feita com até 48 horas de antecedência (via telefone)
Azul Linhas Aéreas
- Aceita menores a partir de 5 anos em voos nacionais
- Serviço obrigatório até 17 anos
- Voos nacionais: cerca de R$ 130 por trecho
- Voos internacionais: apenas para 12 a 17 anos
- Taxas: R$ 200 (América do Sul), US$ 100 (EUA), EUR 100 (Europa)
Vale a pena pagar o serviço de acompanhante para um adolescente de 16 anos?
Depende. Embora seja opcional, se o seu filho é do tipo que se perde com um Google Maps na mão, os US$ 150 da taxa são o preço do seu sono. Já para um jovem veterano de viagens, é um gasto que pode ser revertido em um chip de dados melhor.
Quem tem 14 anos pode viajar sozinho?
Aos 14 anos, o adolescente já tem essa autonomia, mas o embarque não é automático: ele depende de um documento assinado pelos responsáveis e devidamente autenticado em cartório.
A via judicial só entra em cena como um último recurso, reservada estritamente para os casos em que obter o consentimento direto dos pais se torna uma missão impossível.
Para voos nacionais, além da autorização, o adolescente de 14 anos precisa de documento de identificação com foto. A partir dos 12 anos, o RG com foto já é aceito pelas companhias aéreas para embarque nacional.
Quando precisa de autorização judicial para o menor viajar sozinho?
A autorização judicial entra em cena em situações de conflito ou ausência. Ou seja, apenas em situações específicas, não como regra geral. Ela se torna necessária quando:
- Os pais têm paradeiro desconhecido ou são falecidos e não há responsável legal
- Há discordância entre os genitores sobre a viagem
- A criança não tem documento de identificação com foto (para adolescentes entre 12 e 15 anos)
- A situação envolve guarda disputada ou outros impedimentos legais
- O menor vai viajar ao exterior e um dos pais não autoriza
A solicitação de autorização judicial deve ser feito na Vara da Infância e da Juventude da comarca de residência. Nos casos em que não há conflito entre os responsáveis, o processo costuma ser relativamente ágil.
A autorização judicial, quando não especifica prazo, tem validade presumida de dois anos.
O que diz o ECA sobre viagem de menor?
As diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) funcionam como uma malha de proteção: a regra é que nenhum jovem, até a véspera da maioridade, pode deixar o município onde reside sem um aval explícito.
Para o menor viajando desacompanhado, isso significa que a autonomia de cruzar fronteiras está sempre condicionada a uma validação formal dos responsáveis, garantindo que o deslocamento seja monitorado e autorizado por quem detém a guarda legal.
O ECA também prevê penalidade para quem transportar criança ou adolescente sem observar as regras: multa de 3 a 20 salários mínimos, em dobro para reincidência. Isso vale tanto para empresas de transporte quanto para pessoas físicas.
A lei não foi feita para dificultar a vida das famílias, mas para criar um rastro de responsabilidade em caso de incidentes com crianças em trânsito. Na prática, uma criança com a documentação correta passa pelo processo de embarque tranquilamente.
Menor viajando sozinho dentro do Brasil
Para voos domésticos, o processo é mais simples. As exigências variam conforme a faixa etária, mas, em geral:
Nota Importante: As taxas para o serviço de menor desacompanhado variam entre R$ 150 e R$ 400 por trecho, dependendo da companhia aérea. Verifique sempre as regras específicas da empresa antes de emitir o bilhete.
Um erro clássico é tentar colocar a criança em um voo com conexão sem verificar se a companhia aceita menores desacompanhados. A GOL, por exemplo, não aceita menores em voos com escala, enquanto LATAM e AZUL aceitam com restrições e taxas adicionais.
Além disso, o responsável que deixa a criança no aeroporto deve permanecer no local até a confirmação de decolagem. Se o voo atrasar ou for cancelado, a criança volta com quem a trouxe. Ou seja, ninguém pode simplesmente deixar o menor no balcão e ir embora.
Menor viajando sozinho para o exterior
Voos internacionais têm uma camada extra de complexidade, sobretudo porque envolvem a Polícia Federal no controle de saída do país. Todo menor de 18 anos precisa ter a documentação de autorização verificada pela PF antes de embarcar.
Para sair do Brasil desacompanhado ou com apenas um dos pais, o menor precisa de uma das seguintes autorizações:
- Autorização em duas vias, assinada por ambos os genitores, com firma reconhecida
- Autorização judicial (obrigatória quando um dos pais discorda ou tem paradeiro desconhecido)
- Passaporte do menor com cláusula de autorização para viagem internacional desacompanhado
Atenção para hospedagem no exterior
As regras apresentadas acima só dizem respeito ao deslocamento (voo). Hotéis, em geral, têm regras próprias para menores:
- Muitos não fazem check-in para menores desacompanhados.
- Outros exigem a presença de maiores de 18 anos.
- Alguns (especialmente nos EUA) só aceitam maiores de 21 anos.
- Hostels que aceitam menores normalmente exigem quarto privativo.
Isso precisa ser resolvido antes da viagem, porque não adianta ter todos os documentos certos e não ter onde ficar.
Menor viajando sozinho para os Estados Unidos
Os Estados Unidos merecem atenção redobrada, porque soma as exigências brasileiras (documentação de saída do país) com as americanas (imigração na entrada) e as da companhia aérea (serviço de menor desacompanhado).
O menor vai passar pela imigração americana, onde o agente pode questionar a situação e pedir documentação que comprove com quem a criança ficará no país. Ter em mãos dados de contato de quem vai receber a criança ajuda a agilizar o processo.
Documentos necessários para menor viajando desacompanhado para os EUA:
- Passaporte válido
- Visto americano (tipo B1/B2, F1 etc.)
- Autorização de Viagem de Menor assinada por ambos os pais, com firma reconhecida em cartório
- Ou Autorização Eletrônica de Viagem via plataforma e-Notariado
- Ou autorização inserida no próprio passaporte
- RG ou Certidão de Nascimento, original ou cópia autenticada para comprovação de filiação
- Passagem de volta ou comprovante de retorno ao Brasil
Recomenda-se que a autorização de viagem tenha uma versão com tradução juramentada para o inglês.
Menor viajando desacompanhado: dicas de segurança
Documentação em ordem é o básico. O que separa uma viagem tranquila de um pesadelo são os detalhes que a maioria só aprende na raça. Confira as nossas dicas para aumentar a segurança do seu filho:
1. Chegue cedo, de verdade
Para voos domésticos com menor desacompanhado, chegue ao menos 2 horas antes do embarque. Para voos internacionais, o prazo sobe para 3 a 4 horas. O check-in envolve mais etapas e o formulário preenchido no balcão da companhia aérea toma tempo.
2. Evite voos com conexão
Para que os funcionários “passem a responsabilidade” da criança de um aeroporto para o outro, tudo deve ocorrer no prazo certo. Se houver um atraso, a criança pode perder a conexão ou ficar sozinha aguardando o próximo voo. É seguro, mas estressante.
3. Tag rastreadora (como AirTag) não é paranoia
Esse tipo de recurso é um pequeno rastreador Bluetooth projetado para localizar objetos pessoais como chaves, bolsas, malas e carteiras por meio de aplicativo de celular. É uma camada extra de tranquilidade que não faz mal nenhum.
4. Converse com a criança sobre o processo com antecedência
A criança que sabe o que vai acontecer (que um funcionário vai vir buscar ela, que vai sentar nas primeiras fileiras, que tem que esperar os outros saírem antes etc;) lida muito melhor com a situação do que a criança que está descobrindo tudo na hora.
5. A maturidade importa mais do que a idade
Uma criança de 9 anos obediente, tranquila e que conhece a rotina de voos pode ter uma experiência muito melhor do que um adolescente de 13 anos agitado e desobediente. O sistema das companhias funciona melhor para crianças cooperativas.
6. O responsável deve ficar no aeroporto até o voo decolar
O check-in não encerra sua responsabilidade. No Brasil, você é obrigado a ficar no aeroporto até o avião de fato sair do chão. Se o voo for cancelado, a companhia vai te devolver a criança no portão. Ou seja, não planeje compromissos no horário do embarque.
7. Deixe o celular com bateria e dados
Se a criança já tem celular, garanta que ela vai com bateria cheia, carregador na bagagem de mão e sabe o número dos pais de cor. Ensine também a criança a pedir ajuda para os funcionários da companhia aérea sempre que precisar.
8. Se possível, escolha bem onde a criança vai sentar
Se a companhia aérea não definir por conta própria o assento da criança, solicite um dos assentos na frente. Além de desembarcar primeiro, seu filho estará sob o olhar constante da equipe.
9. Atenção à alimentação
Nem sempre a comida do avião agrada. Por isso, deixe lanches fáceis na mochila, pois o menor desacompanhado não pode sair da área restrita para comprar comida durante escalas longas sem supervisão.
10. Lembre-se de avisar quem vai buscar no destino
A companhia aérea só entrega o menor para a pessoa cujo nome e documento constam no formulário preenchido na partida. Se for a tia e você colocou o nome da avó, o transtorno será enorme.
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Perguntas frequentes sobre menores viajando desacompanhados
Sempre surgem dúvidas de última hora que podem decidir se a viagem acontece ou não, veja só:
Com quantos anos pode viajar sozinho de avião?
No Brasil, a partir dos 16 anos não precisa de autorização para voos nacionais. Para o serviço de acompanhamento da companhia (monitorado), a idade mínima costuma ser 5 anos.
O que levar na entrevista do visto americano para menor?
Leve o passaporte atual, o antigo (se tiver), a confirmação do DS-160 e fotos. Se os pais já tiverem visto, leve cópias. A presença do menor é obrigatória apenas a partir dos 14 anos na maioria dos consulados.
Vale a pena pagar o serviço de acompanhante?
Vale, especialmente em conexões. O funcionário da companhia leva a criança pela mão, passa pelas filas prioritárias e garante que ela não se perca nos saguões imensos. É o dinheiro mais bem gasto para quem quer evitar problemas à distância.
Menor de 16 anos precisa de autorização dos dois pais ou só de um?
Em território nacional, basta autorização de um dos genitores com firma reconhecida em cartório. Para viagens internacionais, a exigência é de ambos os pais.
A autorização tem prazo de validade?
Sim. A autorização deve discriminar o prazo de validade. Se não especificar, a lei presume validade de 2 anos a partir da emissão.
O que acontece se o menor perder a conexão em outro país?
A companhia aérea fica responsável até a entrega ao responsável no destino final. A criança é direcionada a uma sala de espera restrita no aeroporto e aguarda o próximo voo disponível.
Adolescente de 17 anos precisa de autorização para viajar ao exterior?
Sim. A maioridade civil no Brasil é de 18 anos. Qualquer viagem internacional de menor de 18 anos requer autorização dos responsáveis ou judicial.
A autorização no passaporte substitui a autorização cartorial para cada viagem?
Sim. Se o passaporte contiver a cláusula de autorização para viagem internacional desacompanhado ou com apenas um dos pais, essa cláusula é válida pelo prazo do próprio passaporte. É a opção mais prática para quem viaja com frequência.
Menor pode se hospedar em hotel sozinho nos EUA?
Na maioria dos casos, não. Hotéis americanos geralmente exigem hóspede principal com mais de 18 anos, e alguns pedem 21 anos. É necessário garantir hospedagem com familiar ou responsável adulto presente.
O serviço de menor desacompanhado das companhias cobre todo o trajeto?
Não de forma exclusiva. A criança terá atenção dos funcionários nas etapas críticas (check-in, portão de embarque, desembarque, entrega ao responsável), mas durante o voo fica sob responsabilidade da equipe de cabine como qualquer outro passageiro.
É obrigatório contratar o serviço de menor desacompanhado em todos os casos?
Depende da companhia e da idade. Para crianças de 8 a 12 anos, em geral é obrigatório. Para adolescentes acima de 12 anos, o serviço costuma ser opcional, mas recomendado.
Onde comprar passagens aéreas para menores de idade?
Em algumas companhias aéreas, passagens para menores desacompanhados não podem ser compradas pelo site, apenas por telefone ou diretamente no aeroporto. O sistema precisa registrar o menor, e nem todas as empresas permitem isso online.
A LATAM, por exemplo, exige que a contratação do serviço de menor desacompanhado seja feita pelo telefone da central de vendas com até 48 horas de antecedência. A passagem pode ser comprada normalmente, mas o serviço é adicionado separadamente.
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