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O que fazer em Londres? Passeios, pontos turísticos e dicas para economizar!
Descubra o que fazer em Londres. Saiba quais são os melhores bairros da capital inglesa, quando ir, onde se hospedar e muito mais!
O que fazer em Londres é a primeira dúvida que surge quando você começa a planejar uma viagem para a capital britânica, e a resposta é quase infinita.
São centenas de museus, parques, mercados, shows, pubs e bairros tão diferentes entre si que você consegue passar uma semana inteira na cidade e ainda sair com a lista do “preciso voltar” maior do que quando chegou.
Este guia existe pra resolver isso: reunir numa só leitura tudo que vale a pena, com o que fazer em Londres, os preços atualizados de 2026, as dicas que só quem já pisou no asfalto londrino conhece e os erros clássicos que todo turista comete na primeira vez. Veja só!
O que não deixar de visitar em Londres?
Qualquer londrino te diria que a cidade se revela mais nos detalhes do que nas atrações famosas: no cheiro de uma padaria no East End, no entardecer sobre o Tamisa, numa conversa no pub.
Mas antes de chegar nesses detalhes, tem um grupo de lugares que simplesmente não tem desculpa para pular. Confira o que fazer em Londres:
1. British Museum
Um dos maiores acervos da humanidade reunido num único prédio, com mais de 8 milhões de peças, e boa parte delas vem de lugares que você conhece. A Pedra de Roseta, múmias egípcias, mármores do Partenon: são horas de exploração sem precisar pagar um centavo.
- Como chegar: de metrô, pela linha Piccadilly ou Central (estação Holborn ou Tottenham Court Road)
- Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 17h (sextas até as 20h30)
- Ingresso (2026): gratuito, mas algumas exposições temporárias têm cobrança à parte
Dica Vai de Promo: chegue logo na abertura; as galerias ficam lotadas depois das 11h.
2. Natural History Museum
Funciona tanto para adultos quanto para crianças, com um imenso esqueleto de dinossauro logo na entrada que impressiona mesmo quem já viu mil fotos. A galeria de minerais e a coleção de meteoritos são detalhes muitas vezes ignorados, mas que valem muito.
- Como chegar: de metrô, pela linha District ou Circle (estação South Kensington), com saída com passagem pelo túnel coberto
- Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 17h50
- Ingresso (2026): gratuito
Dica Vai de Promo: fica no mesmo corredor que o V&A e o Science Museum, e os três são gratuitos. Se você está hospedado na região de Chelsea/Kensington, dá para ir andando.
3. Torre de Londres
Existe desde o século XI, já foi palácio real, prisão política e sede das joias da Coroa. Hoje cobra um dos ingressos mais caros da capital, mas certamente vale cada libra. A visita guiada é cheia de histórias sobre decapitações, traições e as lendas do reino.
- Como chegar: de metrô, pela linha Circle ou District (estação Tower Hill)
- Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 9h às 17h30; domingo e segunda, de 10h às 17h30
- Ingresso (2026): £34,80 online (adulto); comprar na bilheteria custa £5 a mais e tem fila
Dica Vai de Promo: chegue antes das 11h para ver as joias da Coroa antes de as filas aumentarem.
4. Westminster Abbey
A Abadia de Westminster é onde a monarquia britânica acontece: coroações, casamentos reais, funerais de Estado. Isaac Newton e Charles Darwin estão enterrados aqui, e você ainda encontra referências a Shakespeare, Chaucer e Dickens. Imperdível!
- Como chegar: de metrô, pela linha Jubilee, District ou Circle (estação Westminster)
- Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h30 às 17h30 (último acesso às 16h30); sábado, das 9h às 15h30
- Ingresso (2026): £29 adulto (inclui guia multimídia)
Dica Vai de Promo: se quiser entrar de graça, pode assistir a uma missa (mas não dá para explorar livremente).
5. Tate Modern e Tate Britain
Dois museus de arte com propostas diferentes. O Tate Modern fica numa usina desativada à beira do Tâmisa e abriga arte contemporânea (Warhol, Dali, Beuys). O Tate Britain é mais clássico, focado na arte britânica desde o século XVI. Vale dedicar meio dia a cada um.
- Como chegar: ao Tate Modern, chega-se de metrô, pela linha Jubilee (estação Southwark), ou de balsa; ao Tate Britain, de metrô, pela linha Victoria (estação Pimlico)
- Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 18h
- Ingresso (2026): gratuito, mas exposições especiais têm custo
Dica Vai de Promo: dá para ir do Tate Modern ao Tate Britain de balsa pelo Tâmisa, um percurso que é um passeio em si, com vista privilegiada das duas margens.
6. National Gallery
A Galeria Nacional fica bem em frente à Trafalgar Square, e é fácil entrar “só pra dar uma olhada” e sair 2 horas depois. São milhares de pinturas, com obras de Van Eyck, Botticelli, Rembrandt, Monet, Van Gogh e Caravaggio. Nenhum ingresso, nenhuma desculpa.
- Como chegar: de metrô, pela linha Bakerloo, Northern ou Piccadilly (estação Charing Cross ou Leicester Square)
- Horário: todos os dias, das 10h às 18h (sextas até as 21h)
- Ingresso (2026): gratuito
Dica Vai de Promo: baixe o app gratuito da National Gallery antes da visita, que tem áudios e mapas que facilitam muito a navegação pelas galerias.
7. Victoria and Albert Museum (V&A)
O V&A é o maior museu de artes decorativas e design do mundo, com direito a moda, cerâmica, joias, móveis, fotografia e até videogames. É um museu que escapa da lógica tradicional e te surpreende em cada sala.
- Como chegar: de metrô, pela linha District ou Circle (estação South Kensington)
- Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 17h45 (sextas até as 22h)
- Ingresso (2026): gratuito (exposições especiais com custo)
Dica Vai de Promo: nas sextas à noite, o movimento é menor; aproveite para conhecer o café interno, instalado num salão vitoriano e considerado um dos mais bonitos de Londres.
8. London Eye
A famosa roda-gigante às margens do Tâmisa oferece 30 minutos dentro de uma cápsula panorâmica, com vista de 360° a 135 metros de altura. É turístico, mas é genuinamente bonito, especialmente no final da tarde, quando a luz dourada cobre os telhados da cidade.
- Como chegar: de metrô, pela linha Jubilee ou Bakerloo (estação Waterloo), ou linha Circle/District (estação Westminster)
- Horário: diariamente, geralmente das 11h às 18h
- Ingresso (2026): a partir de £33 adulto (compra online antecipada é mais barata que na bilheteria; fila sem reserva pode passar de 1h)
Atenção: apesar da vista bonita, o London Eye nem sempre é a melhor escolha, principalmente em roteiros curtos. Entre fila, embarque e volta completa, você facilmente perde 1h30 a 2h do dia, o que pesa bastante em viagens de 3 dias ou menos.
Na prática, muita gente sai com a sensação de que a experiência não compensa o tempo investido, especialmente porque Londres oferece alternativas gratuitas e mais rápidas, como o Horizon 22 e o Sky Garden, com vistas igualmente impressionantes.
Dica Vai de Promo: se o seu roteiro for enxuto, priorize mirantes gratuitos e use esse tempo para explorar bairros ou museus.
9. Sky Garden e Horizon 22
Duas opções de vista panorâmica muito gratuitas. O sempre movimentado Sky Garden fica na Fenchurch Street, a 155 metros de altura, com jardim suspenso e bar. O Horizon 22 é mais alto, com quase 300 metros. Além de ser gratuito, é menos disputado.
- Como chegar: de metrô, pela estação Monument ou Bank
- Horário de funcionamento: variável, geralmente das 10h às 18h (fins de semana abrem mais cedo)
- Ingresso (2026): gratuito
10. Kew Gardens
Longe do centro, mas vale cada minuto de deslocamento. Os Jardins Botânicos Reais de Kew têm estufas históricas do século XIX, árvores milenares e uma diversidade botânica absurda. É o programa perfeito para um dia livre do turismo convencional.
- Como chegar: de metrô ou Elizabeth Line (estação Kew Gardens, zona 3)
- Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 19h
- Ingresso (2026): £22 adulto (compra online com desconto)
Dica Vai de Promo: evite ir aos fins de semana em maio e junho, quando o jardim fica no pico da beleza, mas também no pico do movimento.
11. Big Ben e Parlamento (Palace of Westminster)
O Big Ben e o Palácio de Westminster formam um dos conjuntos arquitetônicos mais icônicos da cidade, às margens do lendário Tâmisa. O Big Ben é o grande sino dentro da Elizabeth Tower, enquanto o Palácio de estilo neogótico é a sede do Parlamento.
- Como chegar: de metrô, pela Estação Westminster (linhas Circle, District, Jubilee)
- Horário de funcionamento: visitas de segunda a sábado, entre 9h15 e 16h30; área externa livre 24h
- Ingresso (2026): gratuito (exterior); tours internos a £30
Dica Vai de Promo: atravesse a Westminster Bridge para a melhor vista completa
12. Palácio de Buckingham
A residência oficial da monarquia britânica segue sendo um dos pontos mais visitados de Londres. A atração fica nos arredores, em Westminster, e é o centro de cerimônias de estado, recepções reais e um dos principais marcos históricos do Reino Unido.
- Como chegar: de metrô, pela linha Green Park ou Victoria
- Horário de funcionamento: troca da guarda geralmente às 11h (confirmar datas)
- Ingresso (2026): exterior gratuito: interior a £32
Dica Vai de Promo: aproveite a proximidade para combinar com um passeio no St. James’s Park.
O que fazer em 3 dias em Londres?
Três dias em Londres é o tempo mínimo para ver o que a cidade tem de mais emblemático sem correr feito doido. O segredo é equilibrar o peso das atrações turísticas pagas com a leveza dos museus gratuitos e dos bairros que a cidade oferece de graça:
Dia 1: centro histórico
- Manhã: Westminster Abbey logo na abertura (9h30); caminhada pelo Parlamento, Big Ben e St. James’s Park.
- Tarde: troca de guarda no Palácio de Buckingham (verifique horários no site, pois varia por dia); National Gallery na Trafalgar Square.
- Noite: jantar no Soho ou em Chinatown (reserve no Beijing Dumpling para não esperar na fila); caminhada por Covent Garden e arredores.
Dia 2: museus e Southbank
- Manhã: British Museum (pelo menos 3 horas, sem pressa).
- Tarde: atravesse o Tâmisa a pé pela Millennium Bridge; visite Tate Modern; siga por Southbank caminhando até a London Eye.
- Noite: jantar e peça no West End (adquira ingressos com antecedência).
Dia 3: bairros e mercados
- Manhã: se for sábado, Portobello Road Market em Notting Hill e almoço no Mike’s Cafe; se não for sábado, Mercado de Spitalfields, no East End.
- Tarde: Torre de Londres e Tower Bridge; passeio por East End.
- Noite: despedida com jantar e bar com música ao vivo em Camden Town.
Qual é o lugar mais bonito de Londres?
Beleza é subjetiva, mas Greenwich ganha de lavada quando o assunto é charme e vista. Subir a colina do Royal Observatory para ver o entardecer sobre a Canary Wharf e o Rio Tâmisa é uma experiência mágica.
Além disso, a região tem uma vibe de “vila” que foge do caos do centro, com mercados de artesanato e o imponente navio Cutty Sark.
Veja outros pontos que fazem sucesso entre os turistas:
- Reflexo das luzes sobre o Tamisa à noite, visto da Millennium Bridge
- Vista do alto do Horizon 22
- A arquitetura medieval da St. Paul’s Cathedral
- O horizonte verde do parque Hampstead Heath
- A vista do pôr do sol na Primrose Hill
- Tower Bridge à noite
- Notting Hill, principalmente aos sábados, na Portobello Road
4 dias em Londres é suficiente?
Para uma primeira visita, quatro dias em Londres já entrega uma experiência bastante completa, desde que você não desperdice tempo com filas evitáveis e não tente ver tudo ao mesmo tempo.
O segredo é escolher: o turista que quer fazer tudo acaba não aproveitando nada de verdade. Confira uma sugestão de roteiro com o que fazer em Londres em 4 dias:
Dia 1: centro histórico
- Manhã: Westminster Abbey na abertura (9h30); caminhada pelo Parlamento, Big Ben e St. James’s Park.
- Tarde: troca de guarda no Palácio de Buckingham (confirme o horário do dia); caminhada até Trafalgar Square e visita à National Gallery.
- Noite: jantar em Covent Garden e caminhada pelo Soho.
Dia 2: museus e Southbank
- Manhã: British Museum (reserve pelo menos 3 horas).
- Tarde: caminhada até a Millennium Bridge; visita à Tate Modern; siga pela Southbank até a London Eye.
- Noite: jantar e musical no West End (compre ingressos com antecedência).
Dia 3: história e rio Tâmisa
- Manhã: Torre de Londres logo na abertura.
- Tarde: Tower Bridge; passeio de barco pelo Tâmisa até Greenwich.
- Noite: mirante no Sky Garden ou Horizon 22.
Dia 4: bairros e mercados
- Manhã: Portobello Road Market (se for sábado) + Notting Hill; alternativa: Spitalfields Market.
- Tarde: museus de South Kensington (Natural History Museum, V&A ou Science Museum).
- Noite: jantar em Camden Town ou pub tradicional.
Dia 4 alternativo: Greenwich e Kew Gardens
- Manhã: Greenwich de barco; visita ao Observatório Real e à linha do Meridiano.
- Tarde: Kew Gardens ou um chá da tarde em hotel clássico (Fortnum & Mason, Claridge’s ou qualquer casa de chá).
- Noite: Sky Garden ou Horizon 22; despedida em pub de bairro com uma pint.
O que fazer em um 1 dia inteiro em Londres
Quando o tempo é curto, o melhor a fazer é concentrar tudo na mesma região e evitar deslocamentos longos. Dá para ter uma boa primeira impressão da cidade sem transformar o dia em uma maratona. Veja o que fazer em Londres em um dia:
Manhã: Westminster
Comece o dia cedo, isso faz diferença real. A região de Westminster concentra alguns dos símbolos mais fortes da cidade e, antes das 10h, ainda é possível circular com relativa tranquilidade.
Saindo da abadia, caminhe poucos metros até o Big Ben e o Parlamento. Depois, atravesse a Westminster Bridge rapidamente para ter a melhor vista panorâmica e siga para o St. James’s Park, como um respiro entre atrações.
Dica Vai de Promo: não perca tempo com filas do London Eye nesse dia, porque ele consome tempo demais para um roteiro tão enxuto.
Tarde: Buckingham, Trafalgar e cultura
A tarde pede equilíbrio: ainda há muita coisa importante, mas sem transformar o roteiro em uma corrida. Comece caminhando pelo parque até o Palácio de Buckingham. Se quiser ver a troca da guarda, ajuste o horário antes (ela não acontece todos os dias).
Na sequência, siga a pé pela The Mall até a Trafalgar Square — esse trajeto é parte da experiência — e entre na National Gallery, mas com foco: escolha 1 ou 2 alas principais (Renascimento ou Impressionismo, por exemplo). Tentar ver tudo é desperdício de energia.
Dica Vai de Promo: se bater fome, evite restaurantes turísticos da Trafalgar Square; ande 5 a 10 minutos em direção ao Soho e você já encontra opções melhores e mais baratas.
Noite: Covent Garden, Soho e o “lado vivo” de Londres
À noite, Londres muda completamente de clima, e essa parte do dia costuma ser a mais memorável. Comece por Covent Garden, que fica animado com artistas de rua, e siga para o Soho, que concentra restaurantes, bares e uma das cenas mais interessantes da cidade.
Se quiser algo mais estruturado, encaixe um musical no West End: mesmo em um roteiro de 1 dia, vale muito a pena. Mas atenção: compre com antecedência ou tente ingressos de última hora com desconto.
Dica Vai de Promo: jantar cedo (antes das 19h) ajuda a evitar filas longas, especialmente em restaurantes mais populares ou em Chinatown.
Visitando Londres pela Primeira Vez: atrações, passeios e vida noturna
Quem chega a Londres pela primeira vez geralmente subestima três coisas: o tamanho da cidade, o quanto os pés vão doer, e o quanto vai gastar a mais do que planejou.
Para começar, tenha em mente que a primeira viagem pede equilíbrio entre os cartões-postais e experiências locais. Não adianta só “ver pontos turísticos”: Londres funciona melhor quando você vive a cidade. Por isso, inclua no roteiro:
- Um musical no West End
- Um afternoon tea tradicional
- Um pub histórico
- Um passeio de barco pelo Tâmisa
Visitando Londres pela segunda vez, o que fazer?
A segunda visita é quando você consegue, de fato, conhecer a alma da cidade. Com os clássicos já riscados da lista, sobra espaço para o que os londrinos de verdade vivem:
- Hampstead Heath no fim de semana, com piquenique, vista da cidade, pubs nas bordas do parque
- Columbia Road Flower Market, aos domingos pela manhã, oferece um espetáculo de cores e cheiros no East End
- Wallace Collection, em Marylebone, é um dos museus mais subestimados de Londres, 100% gratuito
- Dalston e Hackney: bairros jovens, com comida boa e barata, arte urbana e energia completamente diferente do centro
- Richmond Park, onde cervos selvagens passeiam soltos a apenas 30 minutos do centro
- Cruzeiro pelo Tâmisa até Hampton Court, o palácio favorito de Henrique VIII fica fora do roteiro turístico usual, mas é impressionante
Dicas práticas de viagem em Londres
Alguns detalhes fazem mais diferença do que parece em Londres, especialmente quando o assunto é tempo e dinheiro. Essas decisões práticas, muitas vezes ignoradas, acabam definindo se a viagem flui bem ou vira uma sequência de pequenos perrengues evitáveis:
Transporte
Use Oyster Card ou cartão bancário por aproximação. Se ficar mais de 7 dias, o 7-Day Travelcard para as Zonas 1 e 2 custa £44,70 e vale muito a pena. Existe um teto diário (£8,50 nas zonas centrais) e, depois disso, você não paga mais no dia.
Atenção: se o seu cartão internacional cobrar taxa por transação em moeda estrangeira, o Oyster é melhor, porque cada uso é uma transação separada.
Museus gratuitos
Poucas cidades do mundo oferecem tanta cultura de graça quanto a capital inglesa:
- British Museum
- Natural History Museum
- V&A (Victoria and Albert Museum)
- National Gallery
- Tate Modern e Tate Britain
- Science Museum
Todos são gratuitos, como parte de uma política permanente britânica. Organize seu roteiro em torno deles para economizar £100 por pessoa numa semana.
Dica extra sobre museus em Londres
O erro mais comum em Londres é tentar “ver tudo” dentro dos museus: isso simplesmente não funciona. Lugares como o British Museum ou o Natural History Museum são grandes o suficiente para consumir um dia inteiro cada um.
A melhor estratégia é entrar com foco. Escolha 2 ou 3 áreas principais antes de chegar (ex: Egito Antigo no British Museum ou dinossauros no Natural History) e ignore o restante sem culpa. Isso evita fadiga e transforma a visita em algo menos cansativo e mais interessante.
Dica Vai de Promo: as primeiras horas da manhã e o fim da tarde são significativamente mais tranquilos. Entre 11h e 15h, especialmente em alta temporada, os museus ficam lotados a ponto de comprometer a experiência.
Afternoon tea (chá da tarde)
Tradição inglesa, é caro, é turístico, mas é genuinamente londrino. Os preços variam muito: de £30 em casas mais simples a £90 nos grandes hotéis. Não precisa ir ao Ritz pra ter uma boa experiência, pois há opções intermediárias de excelente qualidade.
Onde ficar em Londres?
Prefira as Zonas 1 ou 2 do metrô para economizar tempo e dinheiro em deslocamentos. Veja alguns bairros recomendados:
- Westminster: para quem visita pela primeira vez e quer fazer tudo a pé, perto do Big Ben e do Palácio de Buckingham.
- Covent Garden: região animada, com teatros, lojas e o famoso mercado, indicada para quem gosta de vida noturna.
- Paddington/Bayswater: boas opções para quem chega pelo aeroporto de Heathrow e busca melhor custo-benefício.
O que fazer em Londres sozinho?
Viajar solo para Londres é uma das melhores ideias que alguém pode ter. A cidade é feita para isso, oferecendo boa mobilidade pública, free walking tours, museus onde você vai no próprio ritmo e uma cultura pub que facilita conversas de forma completamente natural.
Free Walking Tours
Não custam nada, cobrem bairros diferentes por dia — City histórica, Southbank, East End, Notting Hill — e são conduzidos por guias que moram e respiram a cidade. São o melhor jeito de começar qualquer visita solo.
- Como participar: procure por “free walking tours London”; Sandemans é uma das mais conhecidas
- Horário de funcionamento: geralmente saem às 10h e às 14h, da frente do Palácio de Buckingham ou da Trafalgar Square
- Ingresso (2026): gratuito, com gorjeta voluntária (entre £5 e £15 é o costume)
Camden Town
Punk, alternativo, cheio de mercados, de comida de rua insana e de música ao vivo que vaza pelos pubs às 18h de uma terça-feira. Camden é um lugar que funciona bem para quem vai sozinho porque ninguém se sente fora do lugar lá.
- Como chegar: de metrô, pela linha Northern (estação Camden Town)
- Horário de funcionamento: mercado aberto todos os dias, a partir das 10h
- Ingresso (2026): gratuito para explorar
Dica Vai de Promo: o mercado de comida no Stables Market (dentro do complexo de Camden) tem uma variedade absurda, como comida japonesa, etíope, peruana, indiana e mexicana.
Borough Market
O mercado gastronômico mais famoso de Londres, embaixo das pontes de metal e próximo ao London Bridge, com fornecedores de queijos, frios, pães artesanais, especiarias e muitas opções de almoço. Sozinho, você experimenta de tudo e não precisa esperar por ninguém.
- Como chegar: de metrô, pela linha Jubilee ou Northern (estação London Bridge)
- Horário de funcionamento: quarta e quinta, das 10h às 17h; sexta, de 10h às 18h; e sábado, das 8h às 17h
- Ingresso (2026): gratuito para entrar
O que fazer em Londres com crianças?
Existe uma razão pela qual famílias voltam a Londres: a cidade funciona muito bem para quem viaja com crianças. Os museus gratuitos são divertidos, os parques são enormes e há atrações pagas desenvolvidas especificamente para o público infantil:
Natural History Museum
Já citado acima, mas merece reforço: é o museu mais popular entre famílias que visitam Londres. O esqueleto de Dippy, a galeria de dinossauros animatrônicos, as coleções de borboletas e minerais. Crianças que normalmente não aguentam museu ficam horas aqui.
- Como chegar: de metrô, pela linha District ou Circle (estação South Kensington), com saída com passagem pelo túnel coberto
- Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 17h50
- Ingresso (2026): gratuito
Science Museum
Ao lado do Natural History Museum, igualmente gratuito, com experiências interativas para todas as idades. O IMAX tem sessões sobre espaço, oceanos e natureza que impressionam crianças e adultos.
- Como chegar: de metrô, pela linha District ou Circle (South Kensington)
- Horário de funcionamento: todos os dias, das 10h às 18h
- Ingresso (2026): gratuito; IMAX custa de £15 a £20
Warner Bros. Studio Tour — The Making of Harry Potter
Não fica em Londres mas em Leavesden, a cerca de 30 km do centro. É um programa que crianças (e adultos) nunca esquecem. Você caminha pelos cenários reais dos filmes, incluindo a Plataforma 9¾ e o Beco Diagonal. A experiência dura cerca de 3 horas.
- Como chegar: de trem, de London Euston até Watford Junction + ônibus shuttle (que sai do lado da estação)
- Horário de funcionamento: todos os dias, a partir das 9h
- Ingresso (2026): adultos pagam £52; criança (5-15 anos), £44
Dica Vai de Promo: os ingressos esgotam com semanas de antecedência, então não deixe de reservar seus bilhetes.
O que fazer em Londres à noite?
Londres à noite não é uma coisa só. Depende do bairro, do dia da semana e do que você está procurando:
West End: teatro e Musicais
A Broadway londrina (tem quem diga que é melhor que a americana), com musicais que estão em cartaz há décadas e peças de temporada curta com atores consagrados. O distrito abrange teatros nos arredores do Shaftesbury Avenue, Covent Garden e Soho.
- Como comprar ingressos: site dos teatros, TKTS (bilheteria oficial com desconto em Leicester Square) ou aplicativos como TodayTix
- Preços (2026): a partir de £25 (assentos de visibilidade reduzida) até £150+ (cadeiras premium em musicais populares)
Se você já tem um musical específico em mente, compre com antecedência nos sites oficiais dos teatros. Se a ideia for assistir qualquer bom espetáculo, sem preferência, a melhor opção é a bilheteria TKTS, que vende ingressos com até 50% de desconto.
Ronnie Scott’s Jazz Club
Uma lenda viva. Abriu em 1959, em Soho, e até hoje apresenta nomes importantes do jazz internacional. É pequeno, escuro, com mesas apertadas e uma acústica que vale o desconforto. Requer reserva antecipada.
- Como chegar: de metrô, pela linha Northern ou Piccadilly (estação Leicester Square)
- Horário de funcionamento: segunda a sábado, a partir das 18h; domingo, sessões mais curtas
- Ingresso (2026): a partir de £35 (varia muito conforme o artista)
Pubs Históricos
Ir a um pub em Londres não é programa turístico, é um costume. O Ye Olde Cheshire Cheese, escondido num beco perto do Fleet Street, existe desde a reconstrução pós-Grande Incêndio de 1666. O The Prospect of Whitby, no East End, data do século XVI.
- Preço de uma pint: em média, entre £5,50 e £7,50, dependendo do bairro e da cerveja
Shoreditch e Dalston à noite
Se o West End é o cartão postal da noite londrina, Shoreditch e Dalston são onde a cidade realmente acontece depois das 22h. Bares escondidos em porões, clubes em armazéns e shows em locais minúsculos. É onde os londrinos de 20 e poucos anos vão.
Baladas londrinas
Londres não tem um único “circuito” de baladas, mas vários bairros com personalidades distintas:
- Soho (Centro): mais eclético e LGBTQ+-friendly, com bares, restaurantes e pubs charmosos.
- Shoreditch (East London): zona descolada e artística, com muitos bares conceituais, discotecas agitadas e vida noturna jovem.
- Camden Town (Norte): conhecida pela cultura boêmia e cena musical, com pubs históricos de rock e música ao vivo.
- Mayfair (Centro): bairro nobre e sofisticado, para coquetéis exclusivos, bares de luxo e discotecas de alto padrão.
- Covent Garden (Centro): charmoso, com ótimos restaurantes e alguns dos melhores pubs tradicionais da cidade.
- Brixton (Sul): área culturalmente diversa com clubes de música animada e bares agitados.
- Dalston (East London): Alternativa e gay-friendly, conhecida por seus clubes e pubs modernos.
- Vauxhall: Famosa por seus clubes “afterhours” e festas que duram até o amanhecer.
Qual é a melhor época para visitar Londres?
Londres é uma cidade de quatro estações bem distintas, e cada uma tem seu charme particular. A melhor época, contudo, varia conforme as suas prioridades, como condições climáticas, preço ou movimento de turistas.
A regra geral: o verão tem o melhor clima, mas também preços mais salgados e atrações muito mais cheias. O inverno é frio e cinzento, mas tem os hotéis mais baratos e o natal londrino que tem sua magia própria.
A primavera e outono são estações mais agradáveis para os viajantes que priorizam equilíbrio entre clima razoável, preços moderados e filas menores.
Quais documentos preciso levar para Londres?
Desde o Brexit, o Reino Unido saiu da União Europeia e estabeleceu suas próprias regras de imigração. Para brasileiros, o processo é o seguinte:
- Passaporte: obrigatório e com validade mínima de 6 meses além da data de retorno.
- Visto: O Brasil está incluído na lista de países que podem solicitar o ETA (Electronic Travel Authorisation), que custa £10 e é solicitado pelo app oficial UK ETA antes da viagem.
- Seguro viagem: fortemente recomendado, porque o sistema de saúde britânico (NHS) não é gratuito para estrangeiros.
- Outros comprovantes que podem ser solicitados na imigração:
- Reserva de hospedagem
- Passagem de volta
- Comprovante de recursos financeiros (extrato bancário)
A imigração britânica é rigorosa, então responda às perguntas com objetividade e tenha todos os documentos à mão.
Quais são as opções de transporte em Londres para turistas?
Londres tem um sistema de transporte público que funciona de verdade, e ignorá-lo pra usar táxi o tempo todo é jogar dinheiro fora.
Metrô
Meio de transporte mais usado por turistas, cobre praticamente toda a cidade em 9 zonas. A maioria das atrações fica na Zona 1 e 2.
Tarifa com Oyster ou contactless (cartão por aproximação)
- Zona 1 durante horário de pico: £3,10
- Zona 1 fora do pico: £2,70
- Teto diário (daily cap) para Zonas 1 e 2: £8,90 (depois disso, todas as viagens no dia são gratuitas)
Ônibus
Mais lento, mas você vê a cidade de cima (nos veículos de dois andares). A tarifa é fixa em £1,75, com direito a conexões ilimitadas em 1 hora (Hopper Fare).
- Importante: não aceita dinheiro vivo, somente Oyster, contactless ou QR code.
Elizabeth Line
A linha ferroviária mais nova e moderna da cidade, inaugurada em 2022, conecta os aeroportos de Heathrow e Shenfield passando pelo centro. Prática e rápida.
Tarifas para a Elizabeth Line
- Do Aeroporto de Heathrow para Zona 1 a 6: £15,50
- Zona 1, no horário de pico: £3,10
DLR (Docklands Light Railway)
Trem automatizado que conecta o East End e Greenwich. É literalmente um trem sem motorista. O custo é igual ao do metrô londrino, usando o Oyster:
- Zona 1 durante horário de pico: £3,10
- Zona 1 fora do pico: £2,70
- Teto diário (daily cap) para Zonas 1 e 2: £8,90 (depois disso, todas as viagens no dia são gratuitas)
Thames Clipper (balsa)
Uma alternativa subestimada ao metrô. A balsa opera pelo Tâmisa entre Putney e Woolwich, com várias paradas no centro. Aceita Oyster e contactless. Mais lenta, mas transforma o deslocamento num passeio. Veja os preços:
- Travessia de rio (Cross River): £4,10 (em pontos específicos como Canary Wharf para Rotherhithe)
- Zona única (Leste ou Oeste): £6,20
- Zona central: £9,90
- Duas zonas (Central + Leste/Oeste): £11,40
- Todas as zonas: £19,30
Oyster Card: como funciona na prática (e quando vale a pena)
O Oyster Card é um cartão físico recarregável usado no transporte público de Londres (metrô, ônibus, trens urbanos, DLR e alguns barcos).
Basta encostar o cartão na catraca do metrô (na entrada e na saída) ou ônibus (entrada), e o sistema calcula automaticamente a tarifa mais barata possível dentro do dia.
- Taxa inicial: £7 (não reembolsável)
- 7-Day Travelcard (zonas 1–2): ~£44,70 (2026)
- Recarga mínima: livre (você adiciona o valor que quiser)
Um erro comum (e que gera cobrança extra) é esquecer de fazer o “tap out” (encostar o cartão na saída) no metrô ou no trem. Quando isso acontece, o sistema cobra automaticamente a tarifa máxima do trajeto, que pode ser bem mais cara do que a normal.
Outro ponto importante: usar cartões diferentes ao longo do dia (ex: celular de manhã e cartão físico à tarde) quebra o cálculo do teto diário. Para que o “daily cap” funcione, você precisa usar sempre o mesmo método de pagamento em todas as viagens do dia.
Oyster ou contactless: qual escolher?
Na prática, os dois cobram a mesma tarifa. A diferença está nos detalhes:
Hop-on Hop-off Bus (ônibus turístico)
Cobre os pontos principais com paradas livres. É uma forma eficiente de ter uma visão geral da cidade no primeiro dia.
- Preço: de £38 a £42, válido por 24 horas
Táxi / Uber
O “black cab” londrino tem um charme próprio, mas é caro. A largada começa em £3,80, mais a corrida. Uber é mais barato e funciona bem, inclusive com pool. Contudo, para distâncias curtas no centro, o metrô sempre vai sair mais em conta.
Quanto custa visitar Londres?
Sem rodeios: Londres é cara. O lado bom é que a cidade tem um volume absurdo de entretenimento gratuito, como museus, parques, mercados, o que permite escalar o custo da viagem conforme o bolso.
Algumas referências rápidas de preços em 2026:
- Café expresso: £3-4
- Almoço num pub: £14-20
- Jantar num restaurante casual: £25-40 por pessoa
- Pint de cerveja: £5,50-7,50
- Afternoon tea: £30-85
- Ingresso Tower of London: £34,80
- Westminster Abbey: £29
- London Eye: £33
- London Pass (1 dia): £99
Agora, confira os custos médios em 2026 (por pessoa, por dia, incluindo hospedagem), considerando diferentes perfis de turista:
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Perguntas frequentes sobre o que fazer em Londres
Aqui respondemos àquelas dúvidas rápidas que todo mundo tem antes de embarcar:
O que não pode deixar de visitar em Londres?
Os museus British e Natural History, o mirante Sky Garden e a região de Westminster (Big Ben/Tower Bridge). Para quem quer uma perspectiva diferente: Greenwich e Portobello Road no sábado.
O que fazer em 3 dias em Londres?
Foque no centro histórico, Southbank, um museu de grande porte e um musical no West End.
Qual é o lugar mais bonito de Londres?
Greenwich Park, com a vista da cidade ao fundo e o Observatório Real no alto. Para uns, concorre com o visual noturno da Millennium Bridge sobre o Tamisa.
4 dias em Londres é suficiente?
Para uma primeira visita com foco nos principais pontos turísticos, sim. Mas Londres é daquelas cidades onde 4 dias passam rápido e você sempre sai com mais da metade da lista por riscar.
Londres é segura para turistas?
Sim, de modo geral. Como em qualquer grande cidade, é importante ter atenção redobrada em locais movimentados (metrô, mercados, Trafalgar Square) com pertences e documentos.
Preciso de visto para Londres como brasileiro?
O Brasil faz parte do programa ETA (Electronic Travel Authorisation). É necessário solicitar o ETA online antes de viajar, pelo aplicativo oficial UK ETA. O processo custa £10 e é aprovado geralmente em poucos dias.
É melhor usar Oyster Card ou cartão contactless?
Para brasileiros: Oyster Card. Cartões internacionais podem ter taxa por transação em moeda estrangeira, e cada “tap” é uma transação separada.
Onde comprar passagens aéreas para Londres?
Chegou até o final do guia e já sabe o que fazer em Londres? Isso significa que a viagem está mais perto do que nunca. O próximo passo é garantir os dois pilares que precisam ser resolvidos antes de qualquer coisa: a passagem aérea e o seguro viagem.
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