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Países mais baratos para viajar em 2027: 14 destinos e quanto custa por dia

Conheça 14 países mais baratos para viajar em 2027, compare os gastos por dia e descubra onde seu dinheiro rende mais nas férias.

Os países mais baratos para viajar em 2027 não são aqueles que vendem uma ideia de férias mágicas por trocados, mas sim os que fazem cada real render mais depois que você pousa.

A boa notícia é que há destinos econômicos em praticamente todos os continentes. 

Bolívia e Peru são difíceis de bater em custo-benefício para brasileiros; Vietnã e Tailândia compensam a passagem cara com despesas baixas no dia a dia; e Albânia, Romênia e Polônia mostram que dá para conhecer a Europa sem comprometer o orçamento.

O momento ajuda. O dólar está abaixo de R$ 5 em outubro de 2026, o que deixa a conversão mais gentil em quase todo destino cotado na moeda americana. 

Os valores deste guia servem como referência para 2027 a partir dos preços observados em 2026. O câmbio pode alterar bastante a conta, bem como a época da viagem. Vem conferir nossas dicas!

Informações para a sua viagem

Resumo rápido: países mais baratos para viajar em 2027

Esta tabela cruza o gasto diário (comida e hospedagem), a moeda e o tipo de viagem que cada país costuma entregar. Se o seu teto é R$ 150 por dia, metade das linhas já sai da disputa:

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Antes de escolher o país mais barato, vale olhar duas variáveis que pode mudar completamente o resultado, o preço para chegar até lá e o elevado custo potencial de viajar desprotegido. 

Uma passagem promocional para Buenos Aires, Lima ou Santa Cruz pode fazer um destino que parecia apenas “barato” se tornar muito mais econômico que uma viagem para a Ásia. 

Do mesmo modo, um destino econômico se transforma num pesadelo para o orçamento doméstico se você sofrer um acidente ou ter algum imprevisto tendo que custear todas as despesas decorrentes do seu próprio bolso.

No Vai de Promo, você consegue pesquisar passagens aéreas e seguro viagem em uma mesma plataforma, comparando opções de diferentes companhias e seguradoras sem precisar abrir uma coleção de abas. 

A própria plataforma trabalha com comparação de preços e características de passagens e seguros, facilitando a análise comparativa antes da compra.

Países mais baratos para viajar em 2027 por faixa de orçamento

Se o dinheiro já tem teto, comece por aqui. As faixas se sobrepõem de propósito, o mesmo país pode custar R$ 130 num mês de hostel e R$ 230 com quarto privativo e jantar sentado.

Até R$ 150 por dia: onde o dinheiro rende mais

Essa é a faixa em que a Bolívia aparece com mais força. Dependendo da cidade e do padrão de hospedagem, também é possível chegar perto dela no Sudeste Asiático, principalmente comendo em estabelecimentos locais e evitando os bairros turísticos.

Bolívia

Cerca de R$ 120 a R$ 150 por dia em um roteiro econômico. Hostels e hospedagens simples podem aparecer na faixa de R$ 30 a R$ 60, enquanto refeições ficam entre R$ 10 e R$ 25. La Paz, Sucre e Uyuni são boas bases para esse orçamento.

Vietnã

Aproximadamente R$ 140 a R$ 160 por dia no perfil mochileiro. Em 2026, dormitórios de hostel aparecem por cerca de US$ 5 a US$ 8, e refeições de rua por US$ 1 a US$ 2. O país ainda é um dos melhores lugares para comer bem gastando pouco.

Egito

De R$ 140 a R$ 180 por dia em uma viagem econômica, embora seja possível ultrapassar esse valor com passeios e ingressos. Hospedagem simples, comida local e transporte público são acessíveis, e o orçamento pode ficar entre US$ 30 e US$ 50 por dia.

Camboja

De R$ 140 a R$ 180 por dia, especialmente em Siem Reap. A hospedagem e a alimentação são baratas, mas o ingresso de Angkor Wat deve entrar separado no planejamento.

De R$ 150 a R$ 250 por dia: o melhor equilíbrio

Essa é a faixa mais vantajosa para quem não quer fazer uma viagem de sobrevivência. Dá para escolher uma hospedagem melhor, comer em restaurantes algumas vezes e pagar atrações sem pesar no bolso.

Peru

De R$ 170 a R$ 250 por dia. Em cidades como Lima e Cusco, refeições e hospedagens ainda permitem economizar, mas Machu Picchu deve ser tratado como uma despesa à parte, já que ingresso, transporte e trem podem elevar bastante a média diária.

Tailândia

Aproximadamente R$ 180 a R$ 250 por dia em Bangkok e Chiang Mai. No interior, dormitórios podem custar cerca de 150 a 400 baht, enquanto uma refeição simples de rua fica entre 50 e 70 baht. Nas ilhas, entretanto, a mesma viagem pode passar dessa faixa.

Marrocos

Cerca de R$ 180 a R$ 250 por dia em estilo econômico. Orçamentos de 300 a 450 dirhams por dia são considerados possíveis para viajantes que se aproveitam hospedagem simples, comida local, transporte público e atrações mais baratas.

Albânia

Aproximadamente R$ 200 a R$ 250 por dia fora do auge do verão. Viajantes econômicos conseguem ficar em torno de €30 a €45 por dia, mas julho e agosto podem aumentar bastante os preços do litoral.

Colômbia

De R$ 200 a R$ 250 por dia em um roteiro econômico, especialmente em Medellín e Bogotá. Cartagena tende a puxar a média para cima, principalmente dentro da Cidade Amuralhada. 

De R$ 250 a R$ 400 por dia: ainda há ótimos negócios

Entrar nessa faixa não significa abandonar a ideia de viagem econômica. Pelo contrário, é onde aparecem destinos europeus e roteiros em que alguns reais a mais por dia compram bastante conforto. O segredo é escolher bem a cidade, a temporada e a localização.

Romênia

Cerca de R$ 250 a R$ 350 por dia. Bucareste, Brașov e Sibiu continuam relativamente acessíveis para os padrões europeus. Custo médio de US$ 116 por dia considerando hospedagem, alimentação e transporte, mas é possível gastar menos.

Polônia

Aproximadamente R$ 250 a R$ 380 por dia. Cracóvia e Varsóvia oferecem boa infraestrutura, transporte eficiente e alimentação relativamente barata. O gasto médio fica perto de US$ 79 por dia, embora hotéis e atrações possam elevar a conta.

Riviera Albanesa (Albânia)

Cerca de R$ 300 a R$ 400 por dia no litoral durante julho e agosto. É justamente aqui que a fama de “país europeu baratíssimo” começa a falhar: na Riviera, os preços podem subir 30% a 60% na alta temporada.

Colômbia (destinos de praia)

De R$ 280 a R$ 400 por dia em Cartagena ou San Andrés, principalmente quando entram hospedagem em áreas turísticas, passeios e restaurantes voltados aos visitantes. O custo pode ser bem menor em Medellín e Bogotá.

Portugal (fora de Lisboa e Porto) 

Custo entre R$ 300 e R$ 400 por dia em cidades menores e no interior, especialmente viajando fora do pico do verão. É uma opção interessante para quem quer Europa Ocidental sem assumir os preços de capitais como Paris, Londres ou Amsterdã.

Dica: um quarto barato muito afastado do centro pode consumir a economia em transporte. Em viagens europeias, localização costuma valer alguns reais a mais por noite.

Destinos econômicos na América do Sul

Chegar à América do Sul custa menos tempo e menos dinheiro do que ir a qualquer outro continente, e isso pesa antes mesmo de comparar diárias. Bolívia, Peru, Colômbia e o norte da Argentina são os que mais rendem para quem viaja contando os reais.

Bolívia: provavelmente o melhor ponto de partida para viajar barato

Quem quer gastar pouco no destino costuma acabar na Bolívia, e com razão. La Paz, Sucre, Copacabana e Uyuni dão uma viagem sem o custo diário dos endereços badalados.

O Salar de Uyuni muda a conta. A expedição sai mais cara que um dia parado em La Paz, mas o preço já embute transporte, comida e cama. Comparar simplesmente o tour com uma diária comum leva à conclusão errada de que ele encarece a viagem.

  • Vale a pena? Sim, principalmente para quem quer voltar com fotos de lugar caro pagando preço de lugar barato.
  • Cidades-base: La Paz, Uyuni, Sucre e Copacabana
  • Custo diário: de R$ 120 a R$ 220
  • Moeda: boliviano (BOB)
  • Melhor perfil: mochilão, natureza, fotografia e cultura andina

Dica: ônibus e deslocamentos terrestres são baratos na Bolívia, porém a viagem pode ser longa. Para economizar, vale aceitar algumas horas extras de estrada, desde que isso não roube um dia inteiro do roteiro.

Peru: o passeio caro não representa o custo do país inteiro

O Peru só fecha no orçamento quando você olha por partes. Lima, Cusco e o Vale Sagrado cabem bem no bolso, e é Machu Picchu que cria o pico de gastos, com ingresso, transporte e, dependendo da escolha, trem.

Isso não tira o mérito da cidadela. Só sugere tratar esse custo como item à parte, fora da conta diária. Em Cusco, aliás, comer nos mercados e nos restaurantes onde os moradores almoçam segura bastante o orçamento.

  • Vale a pena? Muito, especialmente para quem quer combinar história, gastronomia e natureza sem depender de um roteiro exclusivamente caro.
  • Cidades-base: Lima, Cusco, Arequipa e região do Vale Sagrado
  • Custo diário: de R$ 170 a R$ 300
  • Moeda: sol peruano (PEN)
  • Melhor perfil: história, gastronomia, trilhas e cultura

Dica: se Machu Picchu está nos planos, organize-se com antecedência. Economizar em alimentação e hospedagem para depois comprar o primeiro pacote de trem encontrado é justamente o tipo de economia que não fecha a conta.

Colômbia: uma das melhores relações entre cidade, praia e preço

A Colômbia permite trocar de cenário sem trocar de país, Bogotá para museus e cultura, Medellín para vida urbana, Cartagena para arquitetura colonial e Caribe.

Medellín é a mais eficiente para quem controla o orçamento. Cartagena pede mais atenção, porque a Cidade Amuralhada é linda, mas concentra restaurantes e serviços mais caros.

  • Vale a pena? Sim, principalmente para quem quer Caribe sem assumir os preços das ilhas mais caras.
  • Cidades-base: Bogotá, Medellín, Cartagena e San Andrés
  • Custo diário: R$ 200 a R$ 380
  • Moeda: peso colombiano (COP)
  • Melhor perfil: cidades, gastronomia e praias

Dica: em restaurantes locais, procure os menus executivos do almoço, conhecidos como “corrientazos”. O almoço costuma ser o melhor momento para comer bem gastando menos. 

Argentina: procure além de Buenos Aires

O preço da Argentina depende do roteiro e da cotação do dia. Quem quer reduzir despesas deveria olhar para o norte, com Salta e Jujuy, antes dos roteiros tradicionais de Buenos Aires e Bariloche.

Buenos Aires segue ótima para gastronomia, cultura e vida urbana, mas não é a escolha mais econômica para duas semanas seguidas. Funciona melhor como escapada curta, quando surge uma boa tarifa aérea.

  • Vale a pena? Sim, mas a resposta depende muito mais do câmbio e da região escolhida do que do país inteiro.
  • Cidades-base: Salta, Jujuy e Buenos Aires
  • Custo diário: de R$ 220 a R$ 420
  • Moeda: peso argentino (ARS)
  • Melhor perfil: gastronomia, cultura e viagens de carro

Dica: a legislação argentina passou a exigir que estrangeiros que busquem admissão declarem possuir seguro viagem para atender suas necessidades médicas.

Destinos baratos na Europa para 2027

A Europa é onde a palavra “barato” precisa ser usada com cuidado. O preço de uma diária não conta a história inteira: localização, transporte e temporada mexem no total. Mesmo assim, Bálcãs, Leste Europeu e regiões menos turísticas de Portugal têm boas opções:

Albânia: praias europeias sem a conta da Grécia

Quem queria mar Adriático e Jônico sem começar o orçamento na faixa de preço grega passou a olhar para a Albânia. Tirana é a porta de entrada, mas o litoral é o que justifica o país no roteiro.

O problema é que Sarandë e Ksamil ficam especialmente disputadas no verão europeu, tornando julho e agosto péssimos para quem está tentando economizar.

  • Vale a pena? Sim, sobretudo para quem quer Europa com foco em litoral e aceita sair do circuito Grécia-Itália-Croácia.
  • Cidades-base: Tirana, Berat, Gjirokastër, Sarandë e Ksamil
  • Custo diário: de R$ 200 a R$ 350
  • Moeda: lek albanês (ALL)
  • Melhor perfil: praias, história e road trips

Dica: quem puder viajar em junho ou setembro costuma encontrar melhor combinação de temperatura, movimento e preço. Também vale considerar Berat e Gjirokastër, que dão variedade ao roteiro e não dependem de praia.

Romênia: castelos, cidades medievais e preços ainda razoáveis

Para uma viagem europeia com muita história, a Romênia é uma aposta interessante. Bucareste costuma ser o primeiro contato, mas as lembranças mais fortes vêm de Brașov, Sibiu e Sighișoara.

A Transilvânia funciona bem sem carro, de trem e ônibus entre as cidades. Se a ideia for alugar, lembre-se de somar ao custo final estacionamento, combustível e eventuais pedágios.

  • Vale a pena? Sim, principalmente para quem gosta de cidades históricas e quer gastar menos do que gastaria em grandes capitais da Europa Ocidental.
  • Cidades-base: Bucareste, Brașov, Sibiu e Sighișoara
  • Custo diário: de R$ 220 a R$ 350
  • Moeda: leu romeno (RON)
  • Melhor perfil: história, castelos e arquitetura

Dica: a Romênia integra o Espaço Schengen, assim como a Polônia e outros destinos da região. Brasileiros podem viajar para o bloco sem visto para estadias curtas, respeitando o limite de 90 dias em 180.

Polônia: história sem pagar preço de Europa Ocidental

Com centros históricos preservados, boa malha ferroviária e moeda própria, o złoty, a Polônia deixa a viagem mais acessível. Cracóvia costuma ser a favorita de quem vai pela primeira vez, e Varsóvia oferece um lado mais urbano e contemporâneo.

Em Cracóvia, dormir perto do centro histórico custa um pouco mais, mas poupa deslocamento e permite fazer muita coisa a pé. Em viagem curta, essa diferença vale mais do que os reais economizados numa diária mais distante.

  • Vale a pena? Sim, especialmente para quem quer uma primeira viagem pela Europa Central com bom equilíbrio entre atrações e custo.
  • Cidades-base: Cracóvia e Varsóvia
  • Custo diário: de R$ 230 a R$ 380
  • Moeda: złoty (PLN)
  • Melhor perfil: história, cultura e arquitetura

Dica: não monte um roteiro correndo entre várias cidades apenas porque o trem é barato. A Polônia funciona melhor quando o viajante reserva alguns dias inteiros para cada base.

Portugal fora de Lisboa e Porto: o truque está no mapa

Portugal não costuma aparecer no topo das listas de países baratos da Europa, mas muda de posição quando o roteiro sai de Lisboa e Porto.

Évora, Coimbra, Braga, Guimarães e outras cidades do interior têm hospedagem e refeições mais em conta, principalmente fora dos meses mais disputados. O Alentejo, além disso, rende uma viagem bem diferente da primeira visita clássica a Lisboa.

  • Vale a pena? Sim, para quem faz questão da Europa Ocidental e prefere uma viagem mais tranquila a uma lista extensa de cartões-postais.
  • Regiões: Alentejo e Centro
  • Custo diário: de R$ 280 a R$ 450
  • Moeda: euro (EUR)
  • Melhor perfil: gastronomia, história e cidades pequenas

Países baratos na Ásia: quando a passagem deixa de ser o problema

O Sudeste Asiático tem uma peculiaridade: o custo diário é muito inferior ao brasileiro, mas a passagem pesa no total. Por isso, a região faz mais sentido em viagens de 15 dias ou mais, quando o gasto diário baixo tem tempo de compensar o voo.

Vietnã: um dos melhores custos-benefícios do mundo

É difícil ignorar o Vietnã quando o assunto é viajar muito gastando pouco. A comida de rua é barata, há várias opções de transporte e hotéis de ótimo padrão que custam valores que surpreendem.

Hanói e Ho Chi Minh têm personalidades diferentes. Hoi An é menor e mais turística, e Da Nang garante praia com boa estrutura urbana.

  • Vale a pena? Sim. Para viagens longas, é um dos destinos que mais entrega por real gasto.
  • Cidades-base: Hanói, Hoi An, Da Nang e Ho Chi Minh
  • Custo diário: R$ 150 a R$ 280
  • Moeda: dong vietnamita (VND)
  • Melhor perfil: gastronomia, cultura, praia e mochilão

Dica: a melhor estratégia é não tratar o Vietnã como um destino de resort. O país fica especialmente barato quando o viajante come onde os moradores comem, usa transporte local e escolhe hotéis fora das áreas mais turísticas.

Tailândia: barata, mas nem todo roteiro é econômico

A Tailândia é uma das portas de entrada mais interessantes para o Sudeste Asiático, Bangkok, Chiang Mai, Krabi e as ilhas juntam templos, comida de rua e praias numa só viagem. O detalhe é que o preço varia muito dependendo de qual “Tailândia” você escolhe.

Phuket, Phi Phi e outras praias famosas podem custar várias vezes mais que as cidades menos disputadas. Para segurar o orçamento, vale alternar esses destinos com bases mais baratas, como Bangkok e Chiang Mai.

  • Vale a pena? Sim, principalmente para quem quer variedade. Só não espere que toda a Tailândia tenha o mesmo custo da comida de rua de Bangkok.
  • Cidades-base: Bangkok, Chiang Mai, Krabi e ilhas do sul
  • Custo diário: de R$ 180 a R$ 320
  • Moeda: baht (THB)
  • Melhor perfil: praias, templos e gastronomia

Camboja: Angkor Wat justifica uma viagem econômica?

O Camboja entra na lista por uma combinação difícil de ignorar, hospedagem barata, comida acessível e atrações históricas de enorme relevância.

Siem Reap é a principal base para visitar Angkor. O passe de três dias para o complexo custa US$ 62, valor que parece alto, mas o restante do destino consegue compensar a despesa.

  • Vale a pena? Para quem gosta de história e arquitetura, provavelmente é um dos melhores “gastos altos” dentro de uma viagem econômica.
  • Base: Siem Reap
  • Custo diário: de R$ 160 a R$ 280
  • Moeda: riel cambojano (KHR), com dólar amplamente utilizado
  • Melhor perfil: história, templos e fotografia

Dica: não visite Angkor inteiro em um único dia. O calor, as distâncias e a quantidade de templos tornam o passeio cansativo. 

Indonésia: Bali não é a única resposta

Pensar em Indonésia e escolher Bali automaticamente pode encarecer a viagem. Lombok, Nusa Penida e regiões de Java são alternativas que muitas vezes dependem menos do turismo de massa.

Yogyakarta interessa a quem gosta de cultura e patrimônio, e Lombok serve a quem quer praia e natureza sem concentrar tudo no sul de Bali.

  • Vale a pena? Sim, principalmente para quem aceita sair do roteiro clássico de Bali.
  • Bases: Yogyakarta, Lombok e Nusa Penida
  • Custo diário: de R$ 180 a R$ 350
  • Moeda: rúpia indonésia (IDR)
  • Melhor perfil: praias, natureza e cultura

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    Destinos acessíveis na África e no Oriente Médio

    Marrocos e Egito merecem entrar na conversa porque oferecem atrações que, em outros países, costumam estar associadas a viagens caras. Mas não se engane, é possível controlar bastante os gastos com hospedagem, alimentação e transporte. 

    Marrocos: o barato está em dormir no lugar certo

    O Marrocos entrega medinas, riads, montanhas, cidades imperiais e deserto em um só país. Marrakech e Fez concentram boa parte da infraestrutura turística, mas também concentram preços mais altos.

    Os riads são uma das experiências que fazem o destino valer a pena. Para economizar, entretanto, compare a localização antes de reservar. Uma hospedagem muito barata dentro ou perto da medina pode significar carregar malas por ruas onde carros não entram.

    • Vale a pena? Sim. É uma das viagens em que a sensação de estar longe do Brasil é muito maior que a conta de vários dias de roteiro.
    • Cidades-base: Marrakech, Fez, Rabat e Chefchaouen
    • Custo diário: de R$ 180 a R$ 320
    • Moeda: dirham marroquino (MAD)
    • Melhor perfil: cultura, gastronomia, história e deserto

    Dica: vale negociar passeios com cuidado. Tours ao Saara podem variar bastante de preço e de qualidade, e o pacote mais barato nem sempre inclui o que parecia estar implícito na descrição.

    Egito: quando uma atração mundialmente famosa ainda cabe no orçamento

    O Egito é outro caso de destino em que o custo diário pode surpreender. Cairo, Gizé, Luxor e Aswan têm uma quantidade enorme de atrações históricas, enquanto hospedagem e transporte local podem ser acessíveis.

    O segredo é não transformar todo o roteiro em excursão fechada. Alguns passeios podem ser feitos de maneira independente ou contratados localmente, reduzindo drasticamente os custos.

    • Vale a pena? Sim. Para história e arqueologia, poucos destinos entregam tanto conteúdo por dia de viagem.
    • Cidades-base: Cairo, Gizé, Luxor e Aswan
    • Custo diário: de R$ 180 a R$ 320
    • Moeda: libra egípcia (EGP)
    • Melhor perfil: história, arqueologia e cultura

    Dica: em 2 de agosto de 2027, haverá um eclipse solar total visível do Egito, cuja totalidade máxima será de 6 minutos e 23 segundos. Um evento dessa magnitude tende a aumentar a procura (e preços) por hospedagem e transporte.

    Tunísia: Mediterrâneo por menos que os vizinhos mais famosos

    A Tunísia é uma das melhores inclusões para quem quer um destino mediterrâneo barato. O país reúne praias, ruínas romanas, cidades históricas e áreas desérticas, sem começar com os mesmos preços de destinos mais disputados do sul da Europa.

    Túnis, Sousse, Hammamet e Monastir atendem bem a quem quer litoral e história. Já Tozeur interessa mais a quem pretende avançar para o sul e conhecer o deserto. O louage, sistema de transporte coletivo usado no país, ajuda a reduzir os gastos entre cidades.

    • Vale a pena? Sim, especialmente para quem busca praia, história e deserto com economia.
    • Cidades-base: Túnis, Sousse, Hammamet, Monastir e Tozeur
    • Custo diário: de R$ 180 a R$ 320
    • Moeda: dinar tunisiano (TND)
    • Melhor perfil: praias, história, gastronomia e deserto

    Etiópia: uma África diferente, e ainda relativamente barata

    A Etiópia tem uma proposta completamente diferente de Marrocos, Egito e Tunísia. O país interessa principalmente a quem procura história, patrimônio religioso e paisagens naturais, com destaque para Lalibela, Gondar e as montanhas Simien.

    O custo diário pode ser baixo quando a viagem usa hospedagens simples, restaurantes locais e transporte terrestre, embora o orçamento mude de patamar quando entram voos domésticos, guias e regiões mais remotas, como o Danakil ou o Vale do Omo.

    • Vale a pena? Sim, principalmente para quem gosta de história, patrimônio e uma experiência africana menos convencional.
    • Cidades-base: Addis Ababa, Lalibela, Gondar e Bahir Dar
    • Custo diário: de R$ 160 a R$ 300
    • Moeda: birr etíope (ETB)
    • Melhor perfil: história, cultura, montanhas e viagens de aventura

    Dica: a principal decisão não é escolher o hotel mais barato, mas controlar a quantidade de voos internos. Na Etiópia, economizar tempo e economizar dinheiro são, muitas vezes, escolhas opostas.

    Como economizar na sua viagem internacional em 2027

    A economia real em uma viagem longa é fruto de decisões táticas tomadas meses antes do embarque. Pequenos ajustes na compra de passagens, no manuseio de moedas e na gestão de riscos financeiros evitam vazamentos no seu orçamento.

    1. Passagens aéreas e escolha de hubs

    O voo transcontinental costuma ser a maior barreira de entrada. Um destino com custo diário de R$ 150 não é automaticamente melhor que outro de R$ 250 se a diferença na passagem for de R$ 2 mil. Para baratear a passagem:

    • Monitore rotas para aeroportos centrais ou hubs secundários de grande movimento, como Madri na Europa ou Bangkok na Ásia.
    • Faça os trechos internos com companhias aéreas de baixo custo, as famosas empresas “low-cost”, como Ryanair, JetSMART e EasyJet.
    • Mantenha flexibilidade de datas em até 3 dias para frente ou para trás na busca.
    • Configure alertas de preço para voos com conexões médias (entre 4 e 7 horas), que costumam ser significativamente mais baratos que os voos diretos.

    Dica: o Vai de Promo trabalha com comparação de passagens de diferentes companhias. Assim, você encontra o menor preço sem precisar abrir dezenas de sites diferentes.

    2. Câmbio inteligente e cartões globais

    A conta cambial mais segura é fazer três cenários: câmbio favorável (orçamento planejado), câmbio intermediário (valor mais provável) e câmbio desfavorável (margem para não viajar contando cada centavo). Veja outras dicas:

    • Utilize contas digitais internacionais para converter reais na moeda de destino (ou em dólar/euro) com cotação comercial e IOF reduzido de 1,1%.
    • Realize saques em caixas eletrônicos locais no destino usando o cartão global, preferindo bancos públicos para fugir das taxas abusivas.
    • Tenha sempre uma pequena reserva em dinheiro vivo para feiras de rua, mercados locais e transportes informais que não aceitam pagamentos digitais.

    Dica: o Banco Central mantém informações atualizadas sobre contas e operações em moeda estrangeira, enquanto as condições específicas de cada cartão ou conta dependem da instituição financeira.

    3. Seguro viagem: o custo irrisório que evita falência

    Viajar sem seguro viagem para economizar é o erro mais caro que você pode cometer. Um atendimento médico simples por gastroenterite ou uma torção de tornozelo no exterior pode custar milhares de dólares em hospitais privados, e diversos países exigem a apólice com cobertura médica mínima como requisito obrigatório de imigração. 

    O lado positivo é que o valor diário do seguro representa uma fração irrisória do orçamento total da viagem e garante assistência em casos de extravio de bagagem, atrasos de voo e emergências de saúde.

    Dica: o Vai de Promo é também uma plataforma completa de comparação e contratação de seguro viagem das melhores empresas pelo melhor custo-benefício. Faça uma cotação e compare até quatro planos simultaneamente.

    4. Hospedagem: o quarto mais barato nem sempre é a diária mais barata

    Essa é uma das economias que mais enganam. Um hotel R$ 40 mais barato, mas a 40 minutos do centro, pode exigir duas passagens de transporte por dia. Em uma semana, a diferença desaparece. Para cidades grandes, compare:

    • distância até metrô ou estação;
    • tempo de deslocamento até as atrações;
    • café da manhã incluso;
    • taxa de resort ou cobrança adicional;
    • custo de transporte entre aeroporto e hospedagem.

    5. Alimentação: almoço local costuma ser o melhor negócio

    Restaurantes voltados a turistas tendem a ser mais caros, principalmente em regiões centrais. Em vários países desta lista, o almoço executivo ou a comida de rua oferece uma relação muito melhor entre preço e quantidade.

    Isso não significa comer mal. No Vietnã, Peru, Tailândia, Marrocos e Colômbia, justamente algumas das experiências gastronômicas mais interessantes estão longe dos restaurantes mais sofisticados.

    6. Avalie os custos reais e práticos antes de bater o martelo 

    Economia boa é aquela que não estraga a experiência. Não adianta escolher o hostel mais barato da cidade se você vai perder 2 horas por dia no transporte ou dormir mal antes de uma trilha. Uma estratégia mais realista é escolher onde vale economizar e onde não vale:

    País Região Custo diário estimado* Moeda Melhor para
    Bolívia América do Sul R$ 120–220 Boliviano (BOB) Natureza, Andes e mochilão
    Vietnã Sudeste Asiático R$ 150–280 Dong (VND) Gastronomia, cultura e praias
    Peru América do Sul R$ 170–300 Sol (PEN) História, gastronomia e trilhas
    Tailândia Sudeste Asiático R$ 180–320 Baht (THB) Praias, templos e vida urbana
    Camboja Sudeste Asiático R$ 160–280 Riel (KHR)/US$ Templos e história
    Marrocos Norte da África R$ 180–320 Dirham (MAD) Cultura, cidades históricas e deserto
    Colômbia América do Sul R$ 200–380 Peso colombiano (COP) Caribe e cidades
    Albânia Europa/Bálcãs R$ 200–350 Lek (ALL) Praias e cidades históricas
    Egito Norte da África R$ 180–320 Libra egípcia (EGP) História e arqueologia
    Vale economizar Melhor não economizar
    Transporte urbano Localização da hospedagem
    Refeições em regiões turísticas Seguro viagem
    Hotéis de luxo Deslocamentos muito longos
    Passeios vendidos por intermediários Ingressos oficiais de atrações concorridas
    Alta temporada Conforto em viagens noturnas muito longas
    Malas e serviços extras desnecessários Cobertura adequada para o perfil da viagem

    Como escolher o país mais barato para o seu tipo de viagem

    Não existe um vencedor absoluto. O país mais barato muda conforme o que você quer fazer:

    Se você quer… Melhor aposta
    Gastar o mínimo possível na América do Sul Bolívia
    Conhecer ruínas e história Peru
    Praias + cidade Colômbia
    Fazer road trip econômica Norte da Argentina
    Praia na Europa Albânia
    Castelos e cidades medievais Romênia
    Primeira viagem pela Europa Central Polônia
    Gastronomia e cultura asiática Vietnã
    Praias e templos Tailândia
    Templos históricos impressionantes Camboja
    Ilhas e natureza Indonésia
    Deserto e cultura árabe Marrocos
    Egito Antigo Egito
    Europa Ocidental com orçamento controlado Portugal fora do eixo Lisboa-Porto

    Países mais baratos para viajar em 2027: documentos e entrada

    Antes de fechar uma viagem econômica, vale conferir os documentos exigidos pelo destino. Para brasileiros, vários países da América do Sul permitem entrada com documento de identidade, enquanto destinos europeus e asiáticos normalmente exigem passaporte:

    Documentos para viajar pela América do Sul

    Para viagens turísticas pela América do Sul, brasileiros encontram algumas das regras de entrada mais simples. É possível viajar apenas com RG em boas condições e com foto que permita a identificação, sem necessidade de passaporte.

    Importante: carteira de motorista (CNH), certidão de nascimento e outros documentos que não sejam aceitos como documento de viagem não substituem o RG ou o passaporte.

    Documentos para os destinos baratos da Europa

    Albânia, Polônia, Romênia e Portugal estão entre os destinos europeus considerados no roteiro. Para brasileiros, a viagem turística de curta duração não exige visto, mas é necessário apresentar passaporte válido e cumprir as condições de permanência:

    • Passagem de volta ou de saída do país;
    • Comprovante de hospedagem, como reserva de hotel ou endereço onde ficará;
    • Comprovação de recursos financeiros suficientes para o período da viagem;
    • Seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros.

    Documentos para os destinos baratos da Ásia

    Vietnã, Tailândia, Camboja e Indonésia têm regras diferentes entre si. Além do passaporte, alguns destinos podem exigir autorização eletrônica ou visto, mesmo quando a entrada é facilitada para brasileiros.

    • Vietnã: passaporte; e-visa; comprovante da autorização eletrônica de entrada, passagem de volta, comprovante de hospedagem; prova de condições financeiras.
    • Tailândia: passaporte; passagem de saída; comprovante de hospedagem; comprovação de recursos financeiros; e CIVP contra febre amarela.
    • Camboja: passaporte; visto de turismo (e-visa ou On Arrival); passagem de saída; e comprovantes de hospedagem e recursos financeiros.
    • Indonésia: passaporte; visto ou autorização eletrônica; passagem de saída; comprovante de hospedagem; comprovante de recursos financeiros para custear a viagem.

    Documentos para os destinos baratos da África

    Os destinos africanos também têm regras diferentes, por isso não vale tratá-los como um único grupo. Para planejamento, o passaporte deve ser considerado o documento básico, mas as exigências de visto podem variar:

    • Marrocos: passaporte; passagem de volta ou saída; comprovante de hospedagem; comprovação de recursos financeiros.
    • Egito: passaporte; visto de turismo (e-visa ou On Arrival); comprovante de hospedagem e passagem de saída. 
    • Tunísia: passaporte; passagem de volta ou saída; comprovante de hospedagem e comprovação de recursos financeiros.
    • Etiópia: passaporte; visto de turismo (e-visa); comprovante de hospedagem; passagem de saída.

    Febre amarela: confira antes de fazer as malas

    Documento de viagem e exigência sanitária são assuntos diferentes. Alguns países podem solicitar o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) de viajantes provenientes de áreas de risco para febre amarela.

    A vacina contra a febre amarela deve ser tomada pelo menos 10 dias antes da viagem para que o certificado seja válido. Uma única dose passou a ter validade para toda a vida, conforme as regras internacionais adotadas pela Organização Mundial da Saúde.

    Perguntas frequentes sobre países baratos para viajar em 2027 

    Se a ideia é gastar menos em 2027, não basta saber quais países têm o menor custo diário. Estas são as dúvidas que mais pesam na hora de escolher o destino, principalmente quando entram na conta passagem aérea, moeda, visto e documentação:

    Qual é o país mais barato para viajar em 2027?

    A Bolívia está entre os destinos mais baratos da lista, especialmente para quem viaja no estilo mochilão. Peru, Vietnã e Marrocos também oferecem custos diários baixos.

    Qual é o país mais barato da Europa?

    Albânia, Romênia e Polônia estão entre as opções mais econômicas da Europa. Portugal também pode caber no orçamento quando a viagem fica fora de Lisboa e Porto.

    Qual país da América do Sul é mais barato para brasileiros?

    A Bolívia costuma ser uma das opções mais econômicas, principalmente porque permite viajar sem passaporte e tem custo diário baixo.

    Preciso de passaporte para viajar para esses países?

    Não para todos. Argentina, Bolívia, Colômbia e Peru permitem a entrada de brasileiros com documento de identidade válido. Para os demais destinos da lista, o passaporte é necessário.

    Brasileiros precisam de visto para viajar para a Europa?

    Não para viagens turísticas de curta duração aos países europeus citados. Polônia, Romênia e Portugal permitem estadias de até 90 dias em um período de 180 dias sem visto para brasileiros.

    Qual moeda é mais barata para viajar?

    Não existe uma moeda universalmente mais barata. O custo da viagem depende também de hospedagem, alimentação, transporte e cotação do real frente à moeda local.

    Viajar para a Ásia realmente sai mais barato?

    Pode sair. Vietnã, Tailândia e Camboja têm alimentação, transporte e hospedagem relativamente baratos, mas a passagem aérea costuma pesar bastante no orçamento.

    Vale a pena contratar seguro viagem para destinos baratos?

    Sim. O preço do seguro costuma representar uma parcela pequena do orçamento total e pode evitar gastos altos com atendimento médico ou imprevistos durante a viagem.

    Viaje gastando menos com o Vai de Promo

    Depois de escolher um destino econômico, ainda existe uma última conta para fechar: quanto custa chegar lá e quanto custa se proteger durante a viagem. É justamente aí que a comparação faz diferença.

    No Vai de Promo, você pode pesquisar passagens aéreas de diferentes companhias e seguros viagem de diferentes seguradoras em um só lugar. 

    Em vez de abrir várias abas, comparar tarifas em sites separados e depois começar novamente a busca pelo seguro, a plataforma concentra as alternativas para facilitar a comparação de preços e condições.

    A melhor estratégia, portanto, não é simplesmente procurar o país com a diária mais barata. É comparar passagem + hospedagem + alimentação + transporte + seguro + câmbio e descobrir onde o seu dinheiro realmente rende mais, no Vai de Promo!

    Passagens aéreas saindo de
    Porto Alegre
    Curitiba
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    A partir de R$315
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